A acompanhar…
Numa altura em que o ano lectivo está prestes a começar (acho que tentarei escrever mais sobre isso), tomo conhecimento de um motor de busca, o SweetSearch, vocacionado para estudantes.
Vale a pena experimentar.
Optimismo?
Um cientista acaba de dizer no canal odisseia o seguinte: "As máquinas serão certamente mais capazes e inteligentes do que nós no futuro. Para esta inevitabilidade há dois cenários possíveis: (1) o optimista, em que as máquinas nos tratarão como animais de estimação e (2) o pessimista, em que seremos vistos como alimento."
Desculpem, há aqui algum cenário optimista?
Um ano…
Passa hoje um ano. Um ano sobre um dia que tanta coisa condensou em poucas horas.
Parece uma boa data para retomar, e mais ainda quando em 2011 o ano trará consigo datas significativamente importantes do ponto de vista real e simbólico.
massa, mole, volume… ah?
Nas minhas experiências recentes com a física e química, tenho-me deparado com algumas dificuldades inerentes à distinção dos conceitos mole e massa. Se a este cenário juntar volume, concentrações e fracções, as coisas não melhoram.
Nesse sentido comecei a pensar como poderia contribuir para que se conseguisse uma melhor compreensão destes assuntos. Antes de me debruçar sobre os meus exemplos que lidam com carros e saladas de fruta, apresento o primeiro resultado do meu brainstorming a solo vocacionado para pessoas com boa memória visual.
Trata-se de um esquema que, para os problemas de cálculo, serve como mapa de relações entre as diferentes formas de quantificar um gás.
Os comentários aceitam-se no sentido de melhorar o resultado. Estou já a pensar num esquema mais abrangente a ser aplicado às soluções.
The Dark Knight
Numa altura em que me proponho aquecer para voltar a escrever mais regularmente, não posso deixar de comentar a notícia que acabei de ver no Público.
Batman ganhou so Superhomem na guerra dos leilões. Exemplares onde se registam as primeiras aparições dos dois heróis foram recentemente leiloados e vendidos por quantias a rondar o milhão de dólares.
A mim, fã do cavaleiro das trevas, a notícia tirou-me um sorriso. Um sorriso sem importância alguma obviamente. Digamos que é apenas consequência de o Batman estar integrado na série de leituras que ando a colocar em dia desde os finais do passado ano de 2009.
Ebook readers
Gadget. Este é um termo que passou a fazer parte dos nossos dias após a implantação consumada daquilo a que durante algum tempo chamamos de "novas tecnologias". Entretanto acho que já a maioria de nós deve ter reparado que, no que diz respeito ao "novas", as próprias tecnologias têm a capacidade de desactualizar o adjectivo rapidamente.
Neste momento o hype está em grande parte direccionado para os ebook-readers. Evidentemente que o mesmo ficou imediatamente inflacionado com a apresentação de um novo produto da apple. Apesar de já existirem diversos modelos de outras marcas, o mundo tecnológico aguarda sempre por aquilo que a empresa da maça tem a dizer. Já faz parte da forma de funcionamento de mercado.
No que a mim diz respeito, aguardo tranquilamente pela evolução destes produtos para a sua geração seguinte. Como aficionado a desktops em casa, estes novos livros/cadernos digitais afiguram-se como o equipamento mais compatível com o meu perfil de mobilidade.
Uma das coisas que me entusiasma (já que sou fã de revistas) é a divulgação de conceitos como este Mag+:
Publicações com a excelente revista WIRED também já mostraram como se poderão apresentar nesse futuro próximo:
... gosto do que vejo. Penso nas potencialidade de canetas que transformem estes equipamentos em verdadeiros blocos de notas digitais. E, para além disso, vejo aqui o renascimento de alguns mercados para os jornais e revistas.
E não me esqueço também que, desde que o conceito motion comic seja bem aproveitado na abordagem a novos públicos, a BD poderá dar um salto de gigante em termos da sua difusão graças a estes novos brinquedos.
Esperemos para ver como tudo sucede.
Abaixo o mercado negro
Hoje, 18 de Novembro de 2009, recebi uma carta do Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto. O assunto, adivinhei antes de abrir o envelope que recolhi logo antes do almoço, dizia respeito a um arquivamento. Tratava-se da queixa contra desconhecidos resultante do meu último encontro com os amigos do alheio.
A 30 de Setembro de 2009, 18:30, Rua Oliveira Martins por trás da Praça Velásquez, na cidade do Porto. O meu carro encontrava-se com o vidro partido, todo remexido, totalmente saqueado no que dizia respeito a mochilas que estavam na mala. Perdi alguns discos externos, é certo, mas a maior parte das coisas que me levaram eram inúteis ao larápio, nomeadamente: testes de doutoramento, livros de optimização de processos, apontamentos e resultados para a escrita de artigos. Enfim, todo o papel que o vagabundo que partiu a janela precisava para... aquecer-se ou fazer charros.
A situação em si, assim como a perturbadora sensação de violação de privacidade que permanece dentro do carro, são difíceis de gerir. A revolta cresce por dentro.
Infelizmente não podemos movimentar-nos apenas em locais que nos sejam aprazíveis. É preciso fazer pela vida.
E assim, hoje, 19 de Novembro de 2009, 19:30, na mesma zona, a mesma situação. Fiquei desolado. Desta vez os livros já estavam à vista. Os casacos também. Lá ficaram todos dispersos, emaranhados, por entre os restos de vidro que preenchiam o banco traseiro. Mais uma vez, e em tão pouco tempo, tudo remexido, tudo fora do lugar. Não levaram nada. Tinham passado tão poucas horas do arquivamento previsível da primeira situação e eu já me via a viver um deja vú tão revoltante.
Os indivíduos que executam este tipo de acções andam lá na Praça. Estão mergulhados na marginalidade em que se movimentam. Não quero saber se a culpa é deles, se é da sociedade, da falta de oportunidades ou dos azares. Isso, por ora, não me interessa.
Hoje dirijo-me a ti, seu idiota. Seu parasita.
Amaldiçoo-te da cabeça aos pés e recrimino as atitudes com que alimentas as actividades desses pobres coitados que, como zombies, passam o dia nas ruas. É a ti, que ambicionas chegar ao café com o último modelo de telemóvel comprado a um terço do preço; É a ti, que desejas ter um portátil novo a um preço ridículo (usando depois características topo de gama para apanhares vírus informáticos e usares o instant messaging); É a ti, que gostas de levantar a mão para mostrar o teu GPS novo ou leitor de MP3 arranjado através de "contacto"; É a ti, seu azeiteiro chico-esperto que alimentas o mercado negro, que gostaria de dar a maior tareia que as minhas forças me permitissem concretizar.
Pela tua procura cria-se a oportunidade. Estes marginais retiram às pessoas que com esforço e poupança adquiriram os seus bens para os fazer chegar a ti, explorador, que tiras partido da pressão que o vício lhes coloca.
Aproveitas e transformas os objectos e equipamentos em quantias irrisórias que te enchem o peito de ar, te alimentam o ego e te iludem, fazendo-te crer esperto e um passo à frente dos outros. Julgas com isso ganhar um status que, lamento dizer-te, é válido dentro do resto dos cabeças ocas que pensam como tu.
Não passas, em bom português, de uma besta fdp que alimenta e dá dimensão à margem da sociedade. Odeio-te!
Backups online
Numa altura em que a nuvem tem cada vez mais importância e que os dados passaram a ter uma importância vital, parece-me que é preciso prevenir os efeitos de um incêndio nas salas de trabalho.
Quais as melhores ferramentas para as cópias de segurança remota? O lifehacker fez a sondagem.
(re)Invenção da seringa
A seringa é um objecto cuja função é imediatamente reconhecida por qualquer um de nós. Sucede no entanto que, muitas vezes, e com tantos outros objectos, não nos apercebemos que a sua incorrecta utilização pode ter consequências nefastas.
Das palestras TED chega uma curta comunicação de Marc Koska que nos alerta para a necessidade de reinventar a seringa.