… apenas partilhar um pensamento curto sobre o tempo e a sua volatilidade. Como uma hora de almoço se despedaça em migalhas. As ampulhetas são cruéis e encostam-nos às cordas das opções, das decisões exclusivas.
Valha ao menos o sentimento de satisfação de ver as coisas andar depois de investir tempo nelas.
Para tirar o pó…
unhabitat.org
Hoje é a primeira segunda-feira do mês de Outubro e fiquei saber que devemos olhar para a unhabitat.org, a chamada de atenção em que a ONU apela ao nosso pensamento na sustentabilidade.
Este ano a reflexão é especialmente vocacionada par o ambiente urbano.
Os livros escolares
A chegada do ano lectivo trás sempre consigo algumas reportagens sacramentais para os noticiários televisivos do país. Entre as temáticas recorrentes encontra-se a reportagem de passeio por entre as livrarias e supermercados. Nessas peças questiona-se os pais dos alunos sobre o orçamento que é necessário acautelar para suportar financeiramente o regresso dos filhos às aulas.
Por mais cuidadosos que sejam as crianças e jovens, é inevitável que tenha que se fazer a reposição do material. O itens de economato não são infinitos e é necessário apetrechar-se de ferramentas.
O grande problema do orçamento reside nos manuais e material didáctico que é necessário para acompanhar as horas lectivas. Os preços são elevadíssimos.
Acredito que perante esta situação os pais deviam tomar uma posição mais firme. A despesa a que se fica sujeito na compra dos manuais é alta, e torna-se difícil de suportar quando os conteúdos programáticos oscilam ao sabor das frequentes revisões de orientação que a educação lusa sofre.
Numa altura em que os partidos políticos vão mais ou menos dizendo o que pensam sobre uma sistema de ensino acessível a todos, esta questão dos manuais deveria mudar. Esta situação é ainda mais evidente quando ouço presidentes de câmaras municipais a oferecerem os manuais em algumas povoações.
Acredito que a solução passaria por um sistema de entrega gratuita de manuais com co-responsabilização. Ou seja. Aproveitando a elevada qualidade com que os manuais são produzidos em Portugal (maior durabilidade) cada miúdo deveria receber os seus livros no início do ano. Após o ano lectivo, o mesmo aluno devolve à escola os seus livros. A avaliação de boa conservação dos materiais determinam se o aluno ganha ou não o direito de receber os livros no ano seguinte, sendo assim premiada a responsabilidade com que trata o material.
O investimento em livros por parte do estado beneficiaria assim muitos mais estudantes.
Parece-me, contudo, que este poderá ser um cenário utópico em Portugal. Por isso, dou duas sugestões aos pais:
- Atendendo a que os manuais são muitas vezes usados durante um ano, exijam às editoras que os produzam com materiais mais acessíveis, com páginas menos acetinadas, fazendo baixar o preço unitário dos manuais.
- Apelo a todas as associações de pais das escolas que organizem uma feira do livro usado (compra, venda e troca entre famílias) dentro das escolas no final de cada ano lectivo. Muitos pais vão agradecer a ideia.
A acompanhar…
Numa altura em que o ano lectivo está prestes a começar (acho que tentarei escrever mais sobre isso), tomo conhecimento de um motor de busca, o SweetSearch, vocacionado para estudantes.
Vale a pena experimentar.
Optimismo?
Um cientista acaba de dizer no canal odisseia o seguinte: “As máquinas serão certamente mais capazes e inteligentes do que nós no futuro. Para esta inevitabilidade há dois cenários possíveis: (1) o optimista, em que as máquinas nos tratarão como animais de estimação e (2) o pessimista, em que seremos vistos como alimento.”
Desculpem, há aqui algum cenário optimista?
Giraço…
Ubuntu de Keith Kenniff no Vimeo (apanhei-o aqui visitando o planetgeek.org)
Um ano…
massa, mole, volume… ah?
Nas minhas experiências recentes com a física e química, tenho-me deparado com algumas dificuldades inerentes à distinção dos conceitos mole e massa. Se a este cenário juntar volume, concentrações e fracções, as coisas não melhoram.
Nesse sentido comecei a pensar como poderia contribuir para que se conseguisse uma melhor compreensão destes assuntos. Antes de me debruçar sobre os meus exemplos que lidam com carros e saladas de fruta, apresento o primeiro resultado do meu brainstorming a solo vocacionado para pessoas com boa memória visual.
Trata-se de um esquema que, para os problemas de cálculo, serve como mapa de relações entre as diferentes formas de quantificar um gás.
Os comentários aceitam-se no sentido de melhorar o resultado. Estou já a pensar num esquema mais abrangente a ser aplicado às soluções.
The Dark Knight
Numa altura em que me proponho aquecer para voltar a escrever mais regularmente, não posso deixar de comentar a notícia que acabei de ver no Público.
Batman ganhou so Superhomem na guerra dos leilões. Exemplares onde se registam as primeiras aparições dos dois heróis foram recentemente leiloados e vendidos por quantias a rondar o milhão de dólares.
A mim, fã do cavaleiro das trevas, a notícia tirou-me um sorriso. Um sorriso sem importância alguma obviamente. Digamos que é apenas consequência de o Batman estar integrado na série de leituras que ando a colocar em dia desde os finais do passado ano de 2009.